O Jacaré Vilão, por João Gabriel de O. Brum
Meu amigo Cleiton Udês
Steve Clowis e eu, estávamos com tédio, então decidimos ir pescar no oceano, entramos
num barco e fomos. Quando chegamos mais ou menos na metade do caminho o tempo
fechou, mas prosseguimos ,mais um tempo se passou até que avistamos um tornado,
tentamos fugir, mas fomos sugados e tudo que eu ouvia era os gritos de CUSC:
– Nowwwwwwww!
Acordamos em um lixão,
eu estava desorientado, começamos a caminhar para um morro de lixo, bem alto,
para termos uma visão do lugar onde estávamos, então descobrimos que o local
era uma ilha de lixo flutuante. Decidimos achar uma saída, começamos a procurar
e achamos uma canoa furada, então tivemos que a consertar, demoramos um pouco,
pegamos comida e partimos.
Mal tínhamos começado a
remar e nos deparamos com uma paisagem fechada, um pantâno,e CUSC não parava de
reclamar:
– P#r@*, quanto bicho!
CUSC começou a remar
com o remo muito alto, assim bateu em uma colméia de abelhas, deixando-as muito
bravas, então ele tomou uma picada no dedão do pé, que ficou muito inchado e
vermelho, fazendo-o ter que remar com os pés para cima, pelo menos tínhamos uma
cebola na canoa, que ele passou no dedão para tirar o ferrão. Só que, por conta
do odor da cebola e aquele dedão inchado e vermelho para fora do barco, a
atenção de um grande jacaré foi chamada, e ele começou a nos observar, seguir …
Até que num breve momento:
– NHAC!
O jacaré arranca um
pedaço da nossa canoa e junto dela a perna de CUSC:
– AAAAHHHHH!
AAAAHHHHHH! Ele não parava de gritar, até que:
– NHAC!
O Jacaré o devora, e o
silêncio toma conta do momento enquanto eu boio naquela água daquele pantâno
sujo e nojento. E novamente:
– NHAC!