Desconhecidos, por Pietra L. de S. Cattaneo
Uma vez meu avô, seu Paulo,
me contou uma história sobre um acontecimento que ocorreu com ele. Ele
disse que era novo, um moleque e não sabia muito bem o que estava fazendo,
aconselhou-me a nunca fazer aquilo com nenhuma pessoa.
Um moleque do terceiro ano do
ensino médio, não pensava para a vida e nem em quem ia magoar. Namorava uma
garota do 2º ano, não era a mais bonita, mas era uma garota que o fazia feliz,
Isabela o nome dela, ninguém acreditava que um namoro daqueles ia durar, todos
falavam:
– Você, popular do jeito que
é com aquela guria simples? Não vai durar! - Mas ele não se importava.
Era final do ano, formatura
chegando, festas de despedidas, a vida tava ganha, mas tinha um porém ele ainda
não tinha transado com Isabela, a mesma não queria se apressar, queria tudo com
muita calma e gentileza, mas meu avô não entendia seus motivos.
Então chegou o dia da
formatura, Isabela não poderia ir na festa que teria depois da formatura, mas
foi na mesma para parabenizar o namorado.
Na festa, ele contou que estava
bêbado, quase incapaz de opinar, mas conseguia falar...